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Notícias

Feserp Minas apoia: Outubro Rosa marca necessidade de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama

A campanha tem como objetivo compartilhar informações sobre o câncer de mama. Pela importância do tema, a Feserp Minas se coloca como entidade apoiadora. Mais recentemente, a campanha também adere ao câncer do colo do útero. Esse movimento de conscientização sobre as doenças, disponibilizando maior acesso aos serviços de diagnóstico e contribuindo para a redução da mortalidade.

Indivíduos, empresas e organizações na luta e prevenção do câncer de mama usam o rosa em razão da cor do laço, que é o símbolo internacional para a campanha. 

Tal mobilização abarca a disseminação de dados preventivos, olhar atento à saúde, busca pelo direito ao atendimento médico e suporte emocional. Tudo para garantir um tratamento de qualidade.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o tipo que mais atinge mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos.

Entre os sintomas mais comuns estão: nódulo palpável endurecido no seio – com ou sem dor, nódulo palpável na axila, alterações na pele da mama e saída de secreções pelo mamilo.

 

Detecção Precoce

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura.

É importante que as mulheres fiquem atentas a qualquer alteração suspeita na mama. Quando a mulher conhece bem suas mamas e se familiariza com o que é normal para ela, pode estar atenta a essas alterações e buscar o serviço de saúde para investigação diagnóstica.

A orientação atual é que a mulher faça a observação e a autopalpação das mamas sempre que se sentir confortável para tal (no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem necessidade de uma técnica específica de autoexame, em um determinado período do mês, como preconizado nos anos 80. Essa mudança surgiu do fato de que, na prática, muitas mulheres com câncer de mama descobriram a doença a partir da observação casual de alterações mamárias e não por meio de uma prática sistemática de se auto examinar, com método e periodicidade definidas.

A detecção precoce do câncer de mama pode também ser feita pela mamografia, quando realizada em mulheres sem sinais e sintomas da doença, numa faixa etária em que haja um balanço favorável entre benefícios e riscos dessa prática (mamografia de rastreamento). 

A recomendação no Brasil, atualizada em 2015, é que a mamografia seja ofertada para mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos. Essa é também a rotina adotada na maior parte dos países que implantaram o rastreamento do câncer de mama e tiveram impacto na redução da mortalidade por essa doença. 

Os benefícios da mamografia de rastreamento incluem a possibilidade de encontrar o câncer no início e ter um tratamento menos agressivo, assim como menor chance de morrer da doença, em função do tratamento oportuno. 

 

 

Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios – TJDFT com adaptações da Sindicatos Online | SON 

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