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Notícias

Inflação cai e cesta básica fica mais barata em 13 capitais, aponta Dieese

Maiores quedas foram registradas em Recife e BH; e ainda: taxa de inflação em 12 meses é a menor desde janeiro de 2021

por Barbara Luz

O custo da cesta básica diminuiu em 13 das 17 capitais onde o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) realiza a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.

Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (10), entre fevereiro e março, as reduções mais importantes ocorreram em Recife (-4,65%), Belo Horizonte (-3,72%), Brasília (-3,67%), Fortaleza (-3,49%) e João Pessoa (-3,42%). Já as elevações foram observadas em quatro capitais: Porto Alegre (0,65%), São Paulo (0,37%), Belém (0,24%) e Curitiba (0,13%).

As capitais com as cestas mais caras foram: São Paulo, onde a média dos produtos chegou a R$ 782,23; Porto Alegre (R$ 746,12), Florianópolis (R$ 742,23), Rio de Janeiro (R$ 735,62) e Campo Grande (R$ 719,15). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 546,14), Recife (R$ 578,73) e João Pessoa (R$ 579,57).

Com base na cesta mais cara, que, em março, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima que o valor do salário-mínimo ideal, para a manutenção de uma família de quatro pessoas, deveria ser de R$ 6.571,52, ou cinco vezes o mínimo reajustado em R$ 1.302,00.

Inflação oficial desacelera e sobe 0,71%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que apura a inflação oficial do país, desacelerou ficando em 0,71% em março e em 4,65% no acumulado em 12 meses.

No ano, o IPCA acumula elevação de 2,09% e, nos últimos 12 meses, de 4,65%, percentual menor do que os 5,60% registrados no período imediatamente anterior. Esse foi o menor IPCA em 12 meses desde janeiro de 2021.

O maior impacto (0,43 ponto percentual – pp) e maior variação (2,11%) no índice partiram do grupo Transportes, no mês passado.

Com alta de 8,33%, a gasolina representou o maior impacto individual no índice de março (0,39 pp) e teve grande peso no comportamento do grupo. O etanol avançou 3,20%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11), pelo IBGE.

Foto:Valter Campanato/Agência Brasil
Fonte: Portal Vermelho com informações do IBGE

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