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Ações do prefeito causam indignação nos servidores de Recreio

SAMSUNG CAMERA PICTURES(Recreio – MG) – Em permanente clima de tensão, por culpa da administração municipal. Essa é a sensação vivida por boa parte dos servidores públicos de Recreio (cidade da base do Sindicato dos Servidores Municipais de Cataguases – SINSEPU). Desde que assumiu o cargo e notadamente nos últimos dias o prefeito Ônio Fialho Miranda e seus auxiliares têm tomado atitudes que vem causando indignação no funcionalismo: “As condições de trabalho são as piores possíveis, sem equipamentos de segurança, com as atividades tendo que ser feitas em condições precárias; há três anos que os servidores não têm nem mesmo a reposição salarial com base no IPCA, prevista em Lei; o Plano de Cargos e Carreiras (PCCs) está engavetado; a administração não reconhece as condições de insalubridade; vários servidores estão com férias vencidas; há unidades do Programa de Saúde da Família (PSF) que funcionam sem enfermeira e outras coisas que se percebem no cotidiano do município”, relatam as servidoras Luciana Pimentel Lima e Vanessa de Abreu Manhães, representantes do SINSEPU em Recreio. A esse estado de caos se junta outra prática condenável do prefeito: a perseguição a sindicalistas ou servidores simpáticos ao Sindicato. Nesse quesito, a administração municipal determina transferências de posto de trabalho sem nenhum critério (como fez com Luciana Pimentel), corta irregularmente o dia de trabalho (como fez com Vanessa de Abreu) e pratica assédio moral contra outro servidor (Willan Herculano da Silva, que está sendo impedido de assinar o ponto, há 29 dias – e, portanto está sujeito a perder os seus proventos, mesmo trabalhando diariamente).

Para ver de perto essas situações absurdas e prestar apoio aos servidores o presidente da FESERP-MG, Cosme Nogueira, esteve em Recreio, na tarde/noite de quinta-feira (11 de junho). “Os funcionários não estão sozinhos. Tanto o Sindicato de Cataguases quanto a Federação estão atentos e vamos criar as condições para barrar essas atitudes arbitrárias e inconsequentes da administração municipal”, disse. Os trabalhadores também estão dispostos a partir para a luta, a começar por uma campanha salarial. “Nesses três anos sem reajuste acumulamos perdas de cerca de 20%. Vamos iniciar pedindo reposição entre 8,8% e 13%. O prefeito alega que o município não tem recursos, mas é um discurso incoerente, pois ao mesmo tempo em que diz isso faz contratações desnecessárias”, avaliou Vanessa de Abreu.

Na foto, da esquerda para a direita: Vanessa de Abreu, Willan Herculano, Luciana Pimentel e Cosme Nogueira

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